CUIDADO!!?
Estava eu procurando algo a respeito de uma modalidade de sexo, que um dia comento about
Quando me deparei com esta informação. Eu juro que fiquei muito assustado, até por que eu cairia nesta muito fácil, mas ao mesmo tempo me bateu uma duvida: Será que isso não é lenda urbana?
Então caros amigos me ajude a tentar disvendar este mistério, que mesmo envolto a tanta bizarrice, não deixa de ser interessante.
E ainda acompanha um link com um post, que conta esta mesma história vivida em terras gringas o que reforça a minha tese de lenda urbana.
Obs: Como se estivesse pedindo licença para um despacho na encruzilhada para atravessar.
Peço aqui minha licença à dona deste post, para publica lo em meu blog.
"A vida de um solteiro é muito bacana, na maioria das vezes acompanha uma série de coisas gostosas, como sexo sem compromisso, festas diárias e muita pegação.Imagine ir a uma festa e conhecer aquele gato, ficar com ele a noite toda, comprovar o quanto ele manda bem e ainda foi um gentleman com você. Nossa, podemos chamar isso de uma noite de sorte ou até um bônus track da vida.
Só que nem tudo é lindo, e há muitas surpresas desagradáveis que podem aparecer quando você se envolve com um desconhecido. O que eu vou contar para vocês hoje é real e aconteceu com uma amiga minha faz mais ou menos dois meses. Um alerta que vale muito a pena. Pode salvar sua vida assim como a intuição dela a salvou.
M* foi a uma balada aqui em São Paulo com outra amiga e logo na porta já viu um cara lindíssimo olhando pra ela. Na hora M* pensou: “Certeza que ele é o homem da minha vida, é hoje que eu saio da seca.” Alto, moreno, olhos azuis, sorriso encantador e simplesmente um cavalheiro. Ela entrou na balada e não se passaram nem dez minutos, o cara já estava ao lado dela puxando papo. Digamos que já tinha começado a ‘colagem’. Os dois ficaram “a sós” e a pegada foi forte. Não chegaram a ter uma relação sexual, mas foi algo muito próximo disso. Só não rolou penetração.
O chato de sair somente com uma amiga é que se você se der bem logo de cara, ela provavelmente vai precisar de muita paciência e ir curtir sozinha. Enfim, amigos são para isso! Então, chega o fim da noite, ela se despede e ele, como um putacaraperfeito, oferece a ela uma carona. Diz que faz questão de deixá-la em casa e tal. Mas poxa, se ela chegou com a amiga, deveria ir embora com ela. Deixar a amiga ir sozinha de táxi já era demais. Trocaram MSN, Orkut, telefone e depois de uns trezentos ‘nãos’ ele conseguiu se convencer de que ela iria com a amiga.
Uns três dias depois, M* começou a notar que umas manchas roxas e bem esquisitas estavam aparecendo no corpo dela todo. Estranho, né? O que seria aquilo? No dia seguinte, as manchas que eram roxas estavam inflamadas, algumas até com secreção já. A coisa parecia estar séria. Foi ao médico, fez todos os exames do mundo. Qualquer exame que você possa imaginar ela fez. Uma semana depois, o médico deu um diagnóstico: pasmem! A doença que ela tinha, segundo o médico, só era adquirida quando se tem relação sexual com um cadáver.
No primeiro momento, ela pensou que o médico tinha pirado e então contou que o mais próximo de uma relação sexual que ela teve naquele mês tinha sido com um cara que estava muito mais vivo que todos eles juntos e tinha sido em uma balada. Ficou bem envergonhada em ter que dizer isso, mas naquele caso ela não tinha outra saída. Mentir para um médico não iria ajudar em nada. Depois de ter relatado o acontecido ao doutor, ela foi para casa. Já estava medicada e passava bem. Precisava agora cuidar daquelas feridas que estavam absurdamente nojentas.
Chegou em casa e decidiu marcar um encontro com o supergatodabalada e contar a ele o que tinha acontecido. Por sugestão dele, o encontro foi marcado na casa onde ele morava. Na altura do campeonato M* já estava apavorada e decidiu ir com a mãe e com a polícia. Quando chegaram na casa do lindinho, descobriram o porquê da doença. Ele era um psicopata que mantinha relações sexuais com cadáveres que ele mesmo escondia em sua própria casa. A doença estava encubada nele, por isso ele não tinha as feridas e ela não percebia. O cara está preso, as vítimas encontradas na casa dele foram reconhecidas por suas famílias e agora está tudo bem. Mas olha só o risco que a gente corre quando sai com alguém que nem conhece direito. Ela poderia ter contraído qualquer outra doença perigosa também.
Fica um aviso para todos nós: CUIDADO! Nem sempre as pessoas são o que elas aparentam ser. Todo mundo já tá careca de saber da AIDS e das DSTs, e mesmo assim, o pessoal parece que gosta de viver perigosamente, e não pensa na proteção ao se relacionar com um desconhecido. Então, dá dado o recado, cuidem-se!"